🎯 Manual do Corre: o que faz um artista entrar no TOP100 do Banco de Sons?

Entenda como funciona a curadoria que seleciona os 100 sons mais marcantes da cena de BH

Se você já se perguntou o que faz um artista colar no TOP100 do Banco de Sons…a resposta é simples — mas não é fácil.

Antes de tudo, cê precisa entender o que é isso aqui. O TOP100 é a playlist anual do Banco de Sons que reúne os 100 sons mais marcantes da cena da Região Metropolitana de BH 🧡

E não é só rap ou trap, não. Aqui entra toda a música urbana e periférica: R&B, Funk, afrobeat, dancehall, reggaeton, reggae, soul, new soul… 🌍

Se vem da quebrada, da vivência e tem identidade…tem espaço.

🧠 Como essa seleção acontece?

O TOP100 não nasce em dezembro. Durante o ano inteiro, mês a mês, são analisados 20 a 30 sons que se destacaram. Essas faixas entram numa pré-seleção.

No fim do ano, rola uma nova curadoria — mais criteriosa — até fechar os 100. Ou seja: não é hype momentâneo é construção, é consistência

🔍 Os critérios que realmente pesam

Não existe fórmula mágica…mas existe visão.

🎚️ Qualidade de mix e master

Se o som tiver chiado, desregulado ou mal encaixado… já perde força. O ouvido sente na hora.

🎨 Capa e estética

A capa é vitrine. Quem cuida da estética mostra que quer que o som chegue longe.

📲 Divulgação e presença

Se o artista não divulga… parece que nem acredita no som. Conteúdo, vídeo, constância — tudo conta.

✍🏽 Letra, beat e originalidade

Não é sobre evitar palavrão. É sobre não ser genérico. Frase batida não segura. Identidade segura.

🎤 Performance e entrega

Feat soma… mas o artista precisa se sustentar sozinho. Presença é tudo.

🎬 Clipe e visual (quando tem)

Hoje não dá mais pra ser qualquer coisa. Clipe com conceito, direção, estética e storytelling se destaca.

🧩 Conjunto da obra

Não é só uma música. É o que o artista construiu no ano inteiro. É consistência, evolução e presença na cena.

👑 E o TOP1? Não é só número… é momento

O primeiro lugar nunca é automático. Ele precisa representar o ano da cena. E mais: eu busco novidade, impacto e surpresa. Nada de repetir fórmula.

📀 2022 — Zlost Gang, “Hollywood” Drill estético, visual forte, clipe marcante. Abriu o jogo. ZukanoBeat, $W e Chacodein souberam brincar e entregar algo único.

📀 2023 — Ogrand, “Mensagens Não Lidas” Hit do ano. Primeiro nome da cena a bater nacionalmente nesse nível depois de ter passado pelo @bancodesons. Elevou o patamar.

📀 2024 – Swart OG, “Aventura Noturna” Performance, voz, originalidade. Era impossível ignorar. Se você só ouviu esse nome agora após Bélico, eu já canto essa pedra desde 2023.

📀 2025 – Jez, “Tensão”🌈 Quebra de padrão. R&B no topo, artista LGBT, estética de filme, presença absurda. Foi além da música — virou experiência.

🔮 E o próximo?

O TOP1 precisa surpreender. Precisa ser aquele som que você escuta e fala: “isso aqui mudou alguma coisa. ”E, principalmente…precisa vir de quem fez o ano acontecer.

🎧 No fim, o que define? O TOP100 não é só sobre música. É sobre visão, construção, presença e identidade

🎯 Se você quer colar na seleção dos hits…não basta lançar, tem que fazer acontecer. Aproveita e ouve nosso último TOP100 no Spotify e tire a prova dos gigantes que temos em BH.

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